(Reblogged from michaelpitted)

Esse vídeo do visionário Keiichi Matsuda combina realidade aumentada com outras tecnologias emergentes para simular o futuro da mídia. Você que viver nesse futuro?

A banda larga, as redes sociais e o entretenimento

Que as redes sociais amplificaram a forma como as pessoas relacionam-se, qualquer pessoa que trabalha com mídia já esta careca de saber. Oportunidades de negócio pipocaram com o surgimento de novas ferramentas de relacionamento entre pessoas e o mundo que as cercam. 

Agora, os produtores de conteúdo e de entretenimento começam a perceber a oportunidade que esse cenário oferece. Para entender como essa história desenrolou-se, é preciso voltar dez anos atrás.

A industria de cinema e Tv ia muito bem, obrigado. Cada um a sua maneira, mas ambos estruturas vigorosas. Produtores e distribuidores felizes com sua cadeia intocada. 

Para o mercado cinematográfico as janelas de exibição, bem espaçadas faziam com que as produções rendessem fabulas a produtores e distribuidores. O mercado de TV a Cabo explodia nos EUA e não havia americano que não tivesse sua assinatura da Tivo e afins. 

Os produtores e as emissoras exibiam suas largos sorrisos com o aumento crescente dos pontos de audiência.

De lá pra cá, com a popularização da banda larga tudo mudou. O tempo gasto na frente da TV caiu vertiginosamente, as janelas de exibição encurtaram a ponto de virarem frestas, e para piorar uma empresa chamada Netflix surgiu para transformar o que conhecíamos por Televisão em um grande monitor.

Aqui no Brasil o mercado é um pouco diferente, mas os reflexos são muitos parecidos. 

O faturamento com a venda da mídia física caiu pela metade com a quebra na cadeia de distribuição, as locadoras de home video faliram.

Ok, isso todo mundo já sabe. Acontece que em 2008 um tal de Mark Zuckerberg lançou seu “livro cara” (rá!) e sem querer organizou um pouco essa bagunça. Sua rede social (que por ironia do destino virou filme do genial David Fincher) criou uma nova oportunidade para nós produtores de conteúdo audio visual. 

Para entender tal oportunidade precisamos olhar para o negócio do mais bem sucedido veículo de comunicação do Brasil. A rede Globo. Como funciona a principal fonte de receita da família Marinho? A Globo ocupa uma faixa frequêncial idêntica a de seus concorrentes, mas o que faz a maioria dos Brasileiros, religiozamente as 9h sintonizarem a Globo e não o SBT, por exemplo?

A resposta é óbiva, a qualidade de seu conteúdo. Neste caso, o da novela das 9. 

E o que isso tem a ver com o Facebook e as produtoras independentes? O nosso amigo Mark criou uma ferramenta que acumula audiência de maneira impressionante. E as pessoas gastam cada vez mais tempo lá, seja nos computadores ou em seus celulares / tablets, e com certeza dentro em breve na tv também.

Agora a oportunidade escancarou-se. A globo domina a produção e a distribuição de seus programas, negocia os intervalos por valores estratosféricos e contrata os melhores profissionais (criação e produção) para manter o alto nível de suas produções.

Nós produtores independentes podemos fazer o mesmo! A audiência está lá no Facebook ávida pro conteúdo premium para ser curtido, comentado e compartilhado.

Só que tem um detalhe, essa audiência não é passiva. É complexa, cheia de camadas e nichos. Por isso uma nova safra de produtores precisa emergir. Produtores que entendam mais de comunicação e não apenas de técnicas de filmagem. Precisam de apoio de profissionais de criação (claro), de planejamento e sim, de mídia. As produtoras precisam aprender mais sobre o negócio da agência, para encarar seus projetos de entretenimento da mesma forma que as agências constroem as etratégias para as marcas. E sim, investir em profissionais “digitais”.

No mundo do grátis quem possui conteúdo de qualidade cria mídia. E quem acumula audiência está com tudo. E na realidade faz muito tempo que é assim. Liga lá na Globo e pergunta quanto custa 30” do break de Fina estampa. 

Rafael

UD Cycling Classic

Chop Cup

Watchmen Graffiti Mural Timelapse for World Premiere

Concept iPhone 5: A gente sabe que não vai ser assim, mas bem que podia…

Air Swimmer é demais!

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